O Fim da Barriga
Nas últimas cinco décadas, o "peso ideal" foi um dos indicadores mais importantes da boa saúde. O excesso puro e simples de tecido adiposo era tido como o vilão responsável por uma série de doenças - de infartos e derrames a apnéia do sono, de vários tipos de câncer a problemas na coluna. Os estudos mais recentes, no entanto, mostram que a relação entre o peso corporal e saúde é bem mais complexa do que se supunha.
Mais importante do que a quantidade de gordura é o modo como ela se distribui pelo organismo. E não há gordura mais perniciosa do que aquela que se concentra no abdômen, a famosa barriguinha – "de chope", no caso dos homens. No jargão médico, ela é conhecida como gordura visceral ou intra-abdominal. Os perigos oferecidos por ela decorrem de sua proximidade com órgãos vitais como fígado, intestino, rins e pâncreas. "O papel desta gordura no organismo é um campo que a ciência investiga há muito pouco tempo", disse à VEJA o endocrinologista canadense Jean-Pierre Després, um dos principais pesquisadores de gordura visceral do mundo.
Paulo Neiva
De acordo com o texto, responda até a Questão – 5:
1. Em "– de infartos a derrames a APNÉIA do sono,...", o significado do vocábulo destacado está correto na opção:
a. desconforto ao dormir.
b. agitação do sono.
c. falta de equilíbrio.
d. suspensão da respiração.
e. excesso da respiração.
2. No vocábulo adiposo o sufixo oso tem a noção de:
a. nomenclatura científica.
b. ação.
c. profissão.
d. quantidade.
e. procedência.
3. "Os estudos mais recentes, no entanto, mostram que..." No período acima o elemento coesivo tem a função de:
a. oposição.
b. condição.
c. temporalidade.
d. explicação.
e. conformidade.
4. "... é o modo como ela se distribui pelo organismo." O termo em destaque tem o mesmo valor em:
a. Não compreendia seus pais por ser jovem.
b. A greve será por tempo indeterminado.
c. Lutamos por melhores salários.
d. As barracas se distribuíam por toda praça.
e. Falamos por todos os colegas.
5. "... gordura visceral ou intra-abdominal". O sentido do prefixo latino está contido no vocábulo.
a. introvertido.
b. introdução.
c. intraduzível.
d. intragável.
e. intransferível.
Texto para questão 6.
"Navegar é preciso, viver não é preciso".
Esta frase de antigos navegadores portugueses, retomada por Fernando Pessoa, por Caetano Veloso e sabe-se lá por quantos mais citadores ou reinventores, ganha sua última versão no âmbito da Informática, em que o termo "navegar" adquire outro e preciso sentido.
Na nova acepção, em tempo de Internet, o lema parece mais afirmativo do que nunca. Os olhos que hoje vagueiam pela tela iluminada do monitor já não precisam nem de velas, nem de versos, nem de fados: da vida só querem o caminho de um quarto, de onde fazem o mundo flutuar em mares de virtualidades nunca dantes navegados.
6. Considere as seguintes afirmações:
I. A significação das palavras constitui um processo dinâmico e supõe o reconhecimento histórico de seu emprego.
II. As expressões "velas", "fados" e "nunca dantes navegados" ligam-se ao contexto primitivo do velho tema.
III. Desligando-se das raízes históricas, as palavras apresentam-se esvaziadas de qualquer sentido.
Conforme se pode deduzir do texto, está correto o que se afirma:
a. apenas em I e II.
b. apenas em I e III.
c. apenas em II e III.
d. apenas em I.
e. em I, II e III.
Post-Scriptum
Querida Tereza:
tão logo eu tenha dinheiro
para agora e futuro,
casa própria carro do ano
diploma consultório montado
prestígio respeito dos vizinhos
aí sim Tereza vai ser bom a gente se amar
como amam soltos os unicórnios e
fadas embaixo das pontes e viadutos.
até lá Tereza
é esperar e rezar para que depois
de tudo isso sobre de nosso amor
ao menos uma titica e de nossos
corpos ao menos o dedão do pé.
(Ulisses Tavares)
7. A partir da leitura do poema, pode-se afirmar que:
a. A vida do casal contemporâneo se torna muito monótona se não houver momentos de conforto e aventura.
b. As relações conjugais contemporâneas são marcadas exclusivamente pela ambição financeira.
c. Como o homem contemporâneo dedica-se intensamente à satisfação de desejos consumistas, esquece-se das relações afetivas.
d. O homem contemporâneo gasta toda a sua vida para satisfazer necessidades sociais e conjugais.
e. Nos dias de hoje, só é possível pensar em casamento depois de se construir um sólido patrimônio.
8. Leia as afirmações sobre o poema de Ulisses Tavares.
I. O título do poema "Post-Scriptum" faz menção às notas que se acrescentam ao final de uma carta. Ao empregar esse título, o poeta ressalta a idéia de que as relações amorosas são tão adiadas que se reduzem a uma função secundária, na vida contemporânea.
II. Os termos "unicórnios" e "fadas", por se referirem a um mundo ilusório, colaboram para a idéia de que a força do amor supera, mesmo no mundo contemporâneo, as privações da realidade imediata.
III. As expressões "titica" e "dedão do pé", em função de seu caráter prosaico, contribuem para ressaltar a idéia de que a realização amorosa se restringe na vida contemporânea a uma dimensão banal.
Assinale a alternativa correta.
a. Todas as afirmações são verdadeiras.
b. Somente a afirmação I é verdadeira.
c. Somente as afirmações I e II são verdadeiras.
d. Somente as afirmações I e III são verdadeiras.
e. Somente as afirmações II e III são verdadeiras.
9. "A Guerra do Vietnã revelou ao mundo imagens, protagonizadas por soldados norte-americanos e vietnamitas, capazes de imobilizar a sociedade civil dos EUA, unindo-a em protestos que clamavam pelo fim do conflito armado."
Assinale a alternativa que apresenta a expressão responsável pela quebra da coerência textual:
a. protagonizadas d. unindo-a
b. imobilizar e. clamavam
c. sociedade civil
"Guerreiros dos malotes"
Parece que cada motoboy quer resgatar uma odalisca do harém
Quatro horas da tarde. Estou subindo a Avenida Rebouças e observo a montanha de carros à minha frente. Trânsito lento. Lentíssimo. Ouço música. De repente, sinto uma pancada no carro. Um motoboy acaba de arrasar com meu espelho. Nem se digna olhar para trás. Continua ondulando por entre os carros paralisados. Dá vontade de descer e persegui-lo. Não seria nem para reclamar o espelho de volta. Mas para exigir respeito. No mínimo, um pedido de desculpas. Tarde demais. Ele está longe. Eu, sem retrovisor. (...)
(Veja SP, 28/04/99.)
10. Embora o tempo predominante no texto seja o presente do indicativo, as ações não ocorrem no momento da fala e também não são todas concomitantes. Assinale a alternativa que apresenta uma análise incorreta dos verbos.
a. Em "estou subindo" e "observo" o presente do indicativo expressa uma ação que possui uma certa duração.
b. "Sinto" indica uma ação duradoura, concomitante a "ouço".
c. "Acaba de arrasar" expressa uma ação anterior a "nem se digna".
d. Nas duas última orações ("Ele está longe. Eu, sem retrovisor."), os verbos expressam ações concomitantes.
e. "Dá vontade de descer" é conseqüência de ações anteriores, portanto, é posterior, por exemplo, às ações do motoqueiro.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Grêmio Estudantil, Exercendo a Cidadania




A construção da vida escolar deve envolver todos os atores nela presentes – professores, diretores, pais e alunos. Estes últimos desempenham um papel fundamental na prevenção à violência, que alcança não apenas a escola, mas também a própria comunidade, uma vez que é integrante desta. Apesar de freqüentemente esquecida, a escola é um lugar público cuja relevância para a comunidade é inegável.Quanto mais estimulamos a colaboração e a solidariedade dentro da escola e em nossa comunidade, mais estaremos participando da construção de uma cidadania ativa, consciente e responsável.Por isso é muito importante aprendermos a participar organizadamente das atividades da sociedade, da nossa comunidade e da nossa escola. E a melhor forma de aprender a participar é participando, ou seja, aproveitando as oportunidades que aparecem ou mesmo criando-as.
O Grêmio é a organização que representa os interesses dos estudantes na escola. Ele permite que os alunos discutam, criem e fortaleçam inúmeras possibilidades de ação tanto no próprio ambiente escolar como na comunidade.É, também, um importante espaço de aprendizagem, cidadania, convivência, responsabilidade e de luta por direitos.isso quer dizer que o grêmio dá aos alunos a possibilidade de transformarem a sua realidade, proporem alternativas, lutarem por seus direitos e, o mais importante, exercerem a sua cidadania.
Um Grêmio Estudantil pode fazer muitas coisas, desde organizar festas nos finais de semana até exigir melhorias na qualidade do ensino. Ele tem o potencial de integrar mais os alunos entre si, com toda a escola e com a comunidade.Por isso, é importante deixar claro que um de seus principais objetivos é contribuir para aumentar a participação dos alunos nas atividades de sua escola, organizando campeonatos, palestras, projetos e discussões, fazendo com que eles tenham voz ativa e participem – junto com pais, funcionários, professores, coordenadores e diretores – da programação e da construção das regras dentro da escola.
Participar é importante para poder transformar. Se não estamos satisfeitos com alguma coisa, podemos propor alternativas e participar na sua transformação. Se estamos contentes com algo, podemos participar na sua divulgação e contribuir para que outras pessoas aprendam com nossa experiência. Isso é exercício de cidadania.
FONTE: http://www.promenino.org.br/Ferramentas/Conteudo/tabid/77/ConteudoId/97586458-481d-4e8f-bf95-8fbe921800d2/Default.aspx
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
AGUARDEM MAIS NOVIDADES DO PROJETO DESPERTANDO O GOSTO PELA LITERATURA



O projeto traz como culminância do ano letivo de 2010 o "Museu da Literatura" visando desenvolver o gosto e valorização da leitura de textos nas línguas portuguesa, inglesa e espanhola. Além de sensibilizar os alunos da importância da leitura de livros clássicos e promover a reflexão crítica das diferentes colocações e pontos de vista de um texto/ obra. Desta vez irá homenagear autores como Quino. Isabel Allende, Jorge Luis Borges, Cervantes, Pablo Neruda, Charles Schulz, Agatha Christhie, Jane Austen, Dan Brown, Shakespeare, Rachel de Queiroz, Patativa do Assaré, Aluisio de Azevedo, Ana Maria Machado e Machado de Assis.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Intertextualidade 1º ano

Especialmente depois das guerras e tumultos sociais e religiosos da primeira parte do século XVII, a literatura experimentou um grande florescimento em vários países, dando origem à literatura moderna. Na Itália apareceu a corrente Marinista liderada por Giambattista Marino, na Península Ibérica e colônias americanas, o Cultismo e o Conceptismo de Luis de Góngora, Francisco de Quevedo, o padre Antônio Vieira e Gregório de Matos. A base para esse movimento foi o drama humano , que na pintura barroca foi bem encenado com gestos teatrais muitíssimo expressivos, sendo iluminado por um extraordinário claro-escuro e caracterizado por fortes combinações cromáticas.O termo Barroco é usado para designar o estilo que, partindo das artes plásticas teve seu apogeu literário no século XVII, prolongando-se até meados do século XVIII.
Voltado para a morte, o homem barroco ou assume umaatitute estoica ou adota um comportamento epicurista, o carpe diem.
Semana Que Vem
Pitty
Composição: Pitty
Amanhã eu vou revelar
Depois eu penso em aprender
Daqui a uns dias eu vou dizer
O que me faz querer gritar
Aaaahhhhhh!!
No mês que vem
Tudo vai melhorar
Só mais alguns anos
E o mundo vai mudar
Ainda temos tempo
Até tudo explodir
Quem sabe quanto vai durar
Aaaahhhhh!!
Não deixe nada pra depois
Não deixe o tempo passar
Não deixe nada
Pra semana que vem
Porque semana que vem
Pode nem chegar
Pra depois
O tempo passar
Não deixe nada
Pra semana que vem
Porque semana que vem
Pode nem chegar...
A partir de amanhã
Eu vou discutir
Da próxima vez
Eu vou questionar
Na segunda eu começo a agir
Só mais duas horas
Pra eu decidir...
Não deixe nada pra depois
Não deixe o tempo passar
Não deixe nada
Pra semana que vem
Porque semana que vem
Pode nem chegar
Pra depois
O tempo passar
Não deixe nada
Pra semana que vem
Porque semana que vem
Pode nem chegar
Ah! Ah! Ah! Ah!
Esse pode ser o último dia
De nossas vidas
Última chance de fazer
Tudo ter valido a pena
Ah! Ah! Ah!
Diga sempre tudo
O que precisa dizer
Arrisque mais
Pra não se arrepender
Nós não temos
Todo tempo do mundo
E esse mundo
Já faz muito tempo...
O futuro é o presente
E o presente já passou
O futuro é o presente
O presente já passou...
Não deixe nada pra depois
Não deixe o tempo passar
Não deixe nada
Pra semana que vem
Porque semana que vem
Pode nem chegar
Pra depois
O tempo passar
Não deixe nada
Pra semana que vem
Porque semana que vem
Pode nem chegar...
Pra depois o tempo passar
Nada pra semana que vem
Porque semana que vem
Pode nem chegar...(2x)
Carpe diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro.Os defensores do Carpe Diem defendem que o "espírito" da frase pode ser entendido como aproveitar as oportunidades que a vida lhe oferece no momento em que elas se apresentam ou ainda "aproveitar a vida e não ficar apenas pensando no futuro".
ATIVIDADES
1.QUE TIPO DE INTERTEXTULIDADE PODEMOS ESTABELECER ENTRE O CARPE DIEM E LETRA DA MUSICA?
2.VOCE ACHA QUE CARPE DIEM SERIA UM BOM TITULO PARA A MUSICA? JUSTIFIQUE.
3. A MUSICA "SEMANA QUE VEM" ESTÁ INSERIDA NO ALBUM ADMIRAVEL CHIP NOVO, CUJO TITULO REMETE AO LIVRO ADMIRAVEL MUNDO NOVO, DE ALDOUS HUXLEY, PUBLICADO EM 1932.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL 2º ANO

Eduardo e Mônica
Legião Urbana
Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram...
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer...
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse:
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"
Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não 'to' legal, não agüento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar..."
Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete,
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camêlo
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo
Eduardo e Mônica era nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema "escola, cinema
clube, televisão"...
E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser...
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar...
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz
Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
Ah! Ahan!
E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão!
1. Dados sobre o texto:
a) Autor: ______________________________________
b) Título da obra: _______________________________
2. Personagens
a) Traços físicos e psicológicos dos principais personagens:
b) Qual das duas personagens mais lhe chamou a atenção? Por quê?
3.Mensagem
a) Qual a mensagem que você descobriu na obra?Em que sentido a mensagem da obra contribuiu para o enriquecimento de sua personalidade?
4.Identifique:
a)Analise a história (princípio – meio – fim) contendo as principais informações a respeito das personagens, do local e do tempo dos acontecimentos.
b) Qual a parte mais importante da história, antes do final? (Clímax)
c) Onde e como se dá o desfecho? (é o final da história; é a conclusão do problema, da complicação, da aventura)
Ambiente: Qual é o tipo de ambiente predominante: físico (a natureza, o campo, a cidade) ou social (algum agrupamento social específico, alguma parcela da comunidade, fábrica, colégio, clube, família)?
Estilo: Qual o foco narrativo – O narrador é narrador-personagem ou narrador-observador?
Agora transforme essa história num conto.
5. Acha que valeu a pena ouvir a música? Por quê?
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
O bom é se divertir!!!!
Mês de Outubro - Mês das crianças....
Vivemos uma realidade tão dura que, às vezes, queremos voltar à infância, à época de fantasias,convivência com os pais, tendo nosso próprio mundo, sem as múltiplas preocupações, tantas decepções e as constantes pressões…Viva o momento presente da vida, mas não mate o espírito de criança que um dia houve em você. Cultive a simplicidade, o mundo de sonhos a alegria, o amor à natureza e a confiança em Deus. Com toda a certeza sua vida terá mais sentido e muito mais beleza…
(Fernando Partiners)
Vivemos uma realidade tão dura que, às vezes, queremos voltar à infância, à época de fantasias,convivência com os pais, tendo nosso próprio mundo, sem as múltiplas preocupações, tantas decepções e as constantes pressões…Viva o momento presente da vida, mas não mate o espírito de criança que um dia houve em você. Cultive a simplicidade, o mundo de sonhos a alegria, o amor à natureza e a confiança em Deus. Com toda a certeza sua vida terá mais sentido e muito mais beleza…
(Fernando Partiners)
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
PRODUÇÃO TEXTUAL - 2º ANO
CONTO
É uma narrativa curta e que se diferencia dos romances não apenas pelo tamanho, mas também pela sua estrutura: há poucas personagens, nunca analisadas profundamente; há acontecimentos breves, sem grandes complicações de enredo; e há apenas um clímax, no qual a tensão da história atinge seu auge.
No conto, tempo e espaço são elementos secundários, podendo até não existir. Além disso, os próprios acontecimentos podem ser dispensáveis. Há, por exemplo, contos de Machado de Assis ou Tchekov nos quais, simplesmente, não tem nada que acontece. O essencial está no ar, na atmosfera, na forma de narrar, no estilo.
DICAS PARA ESCREVER UM CONTO
O enredo do conto deve apresentar em linhas gerais, as seguintes fases:
1. Apresentação
2. Complicação ou evolução
3. Clímax
4. Solução ou desfecho
Evite o uso de repetições fazendo uso de sinônimos. O conto não deve cansar o leitor e superestimar (nem subestimar) sua inteligência. Podemos enganar usando um raciocínio lógico falso que o induza a pensar de uma forma, mas nunca dizer o óbvio.
O título não deve sugerir o conteúdo do conto. Os títulos curtos são sempre melhores e instigantes.
Elimine explicações e descrições que não tenham importância para a história, cortar parágrafos é dar movimento mais dinâmico ao conto.
Deixe de lado os verbos de ligação e os pronomes reflexivos, com eles, a leitura se torna cansativa. Também evite o uso demasiado de conjunções aditivas.
FONTE: http://www.lendo.org/como-escrever-um-conto/
OS MELHORES CONTOS PRODUZIDOS PELAS TURMAS DE 2º ANO SERÃO PUBLICADOS AQUI!
É uma narrativa curta e que se diferencia dos romances não apenas pelo tamanho, mas também pela sua estrutura: há poucas personagens, nunca analisadas profundamente; há acontecimentos breves, sem grandes complicações de enredo; e há apenas um clímax, no qual a tensão da história atinge seu auge.
No conto, tempo e espaço são elementos secundários, podendo até não existir. Além disso, os próprios acontecimentos podem ser dispensáveis. Há, por exemplo, contos de Machado de Assis ou Tchekov nos quais, simplesmente, não tem nada que acontece. O essencial está no ar, na atmosfera, na forma de narrar, no estilo.
DICAS PARA ESCREVER UM CONTO
O enredo do conto deve apresentar em linhas gerais, as seguintes fases:
1. Apresentação
2. Complicação ou evolução
3. Clímax
4. Solução ou desfecho
Evite o uso de repetições fazendo uso de sinônimos. O conto não deve cansar o leitor e superestimar (nem subestimar) sua inteligência. Podemos enganar usando um raciocínio lógico falso que o induza a pensar de uma forma, mas nunca dizer o óbvio.
O título não deve sugerir o conteúdo do conto. Os títulos curtos são sempre melhores e instigantes.
Elimine explicações e descrições que não tenham importância para a história, cortar parágrafos é dar movimento mais dinâmico ao conto.
Deixe de lado os verbos de ligação e os pronomes reflexivos, com eles, a leitura se torna cansativa. Também evite o uso demasiado de conjunções aditivas.
FONTE: http://www.lendo.org/como-escrever-um-conto/
OS MELHORES CONTOS PRODUZIDOS PELAS TURMAS DE 2º ANO SERÃO PUBLICADOS AQUI!
Produção Textual - 1º Ano
CAMPANHA COMUNITÁRIA
Essa modalidade de texto tem por objetivo esclarecer e orientar a população em geral e persuadi-la a colaborar. Sua estrutura é bastante variável. Costuma apresentar, entretanto, algumas partes e procedimentos essenciais, como: em que consiste a campanha, qual é o seu objetivo, o que se pode fazer para participar. O título de um texto de campanha comunitária costuma ser chamativo, às vezes com intenção claramente persuasiva; outras vezes serve-se de outros recursos que despertam as curiosidades do leitor. A linguagem, embora possa sofrer variações, normalmente é objetiva, clara e acessível a todo tipo de público e de acordo com o padrão culto da língua. Costuma, ainda, apresentar intenção persuasiva, principalmente na parte em que o texto pede a participação do interlocutor na campanha ou quando lhe dá instruções de como proceder para evitar uma doença, por exemplo, ou o desperdício de água ou energia elétrica.
AS MELHORES CAMPANHAS PRODUZIDAS PELAS TURMAS DE 1ºANO SERÃO PUBLICADAS AQUI.
Essa modalidade de texto tem por objetivo esclarecer e orientar a população em geral e persuadi-la a colaborar. Sua estrutura é bastante variável. Costuma apresentar, entretanto, algumas partes e procedimentos essenciais, como: em que consiste a campanha, qual é o seu objetivo, o que se pode fazer para participar. O título de um texto de campanha comunitária costuma ser chamativo, às vezes com intenção claramente persuasiva; outras vezes serve-se de outros recursos que despertam as curiosidades do leitor. A linguagem, embora possa sofrer variações, normalmente é objetiva, clara e acessível a todo tipo de público e de acordo com o padrão culto da língua. Costuma, ainda, apresentar intenção persuasiva, principalmente na parte em que o texto pede a participação do interlocutor na campanha ou quando lhe dá instruções de como proceder para evitar uma doença, por exemplo, ou o desperdício de água ou energia elétrica.
AS MELHORES CAMPANHAS PRODUZIDAS PELAS TURMAS DE 1ºANO SERÃO PUBLICADAS AQUI.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Conjunções - 2º Ano
As conjunções são vocábulos de função estritamente gramatical utilizados para o estabelecimento da relação entre duas orações, ou ainda a relação duas palavras de mesma função em uma oração. As conjunções podem ser de dois tipos principais: conjunções coordenativas ou conjunções subordinativas.
Classificação das conjunções coordenativas
Conjunções coordenativas são os vocábulos gramaticais que estabelecem relações entre dois termos ou duas orações independentes entre si, que possuem as mesmas funções gramaticais.
Conjunções Coordenativas Aditivas
As conjunções coordenativas aditivas possuem a função de adicionar um termo a outro de mesma função gramatical, ou ainda adicionar uma oração à outra de mesma função gramatical. As conjunções coordenativas gramaticais são: e, nem.
Exemplos: Todos aqui estão contentes e despreocupados; João apeou e deu bons-dias a todos; O acontecimento não foi bom nem ruim.
Conjunções Coordenativas Adversativas
As conjunções coordenativas adversativas possuem a função de estabelecer uma relação de contraste entre os sentidos de dois termos ou duas orações de mesma função gramatical. As conjunções coordenativas adversativas são: mas, contudo, no entanto, entretanto, porém, todavia.
Exemplos: Não negou nada, mas também não afirmou coisa nenhuma; A moça deu a ele o dinheiro: porém, o fez receosa.
Conjunções Coordenativas Alternativas
Conjunções coordenativas alternativas são as conjunções coordenativas que unem orações independentes, indicando sucessão de fatos que se negam entre si ou ainda indicando que, com a ocorrência de um dos fatos de uma oração, a exclusão do fato da outra oração. As conjunções coordenativas alternativas são: ou (repetido ou não), ora, nem, quer, seja, etc.
Exemplos: Tudo para ele era vencer ou perder; Ou namoro a garota ou me vou para longe; Ora filosofava, ora contava piadas.
Conjunções Coordenativas Conclusivas
As conjunções coordenativas conclusivas são utilizadas para unir, a uma oração anterior, outra oração que exprime conclusão o conseqüência. As conjunções coordenativas são: assim, logo, portanto, por isso etc.
Exemplos: Estudou muito, portanto irá bem no exame; O rapaz é bastante inteligente e, logo, será um privilegiado na entrevista.
Conjunções Coordenativas Explicativas
Conjunções coordenativas explicativas são aquelas que unem duas orações, das quais a segunda explica o conteúdo da primeira. As conjunções coordenativas explicativas são: porque, que, pois, porquanto.
Exemplos: Não entrou no teatro porque esqueceu os bilhetes; Entre, que está muito frio.
Classificação das conjunções subordinativas
As conjunções subordinativas possuem a função de estabelecer uma relação entre duas orações, relação esta que se caracteriza pela dependência do sentido de uma oração com relação a outra. Uma das orações completa ou determina o sentido da outra. As conjunções subordinativas são classificadas em: causais, concessivas, condicionais, comparativas, conformativas, consecutivas, proporcionais, finais e integrantes.
Conjunções Subordinativas Causais
Conjunções subordinativas causais são as conjunções que subordinam uma oração a outra, iniciando uma oração que exprime causa de outra oração, a qual se subordina. As conjunções subordinativas causais são: porque, pois, que, uma vez que, já que, como, desde que, visto que, por isso que, etc.
Exemplo: Os balões sobem porque são mais leves que o ar.
Conjunções Subordinativas Comparativas
Conjunções subordinativas comparativas são as conjunções que, iniciando uma oração, subordinam-na a outra por meio da comparação ou confronto de idéias de uma oração com relação a outra. As conjunções subordinativas comparativas são: que, do que (quando iniciadas ou antecedidas por noções comparativas como menos, mais, maior, menor, melhor, pior), qual (quando iniciada ou antecedida por tal), como (também apresentada nas formas assim como, bem como).
Exemplos: Aquilo é pior que isso; Tudo passou como as nuvens do céu; Existem deveres mais urgentes que outros.
Conjunções Subordinativas Concessivas
Conjunções subordinativas concessivas são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada, se referem a uma ocorrência oposta à ocorrência da oração principal, não implicando essa oposição em impedimento de uma das ocorrências (expressão das oposições coexistentes). As conjunções subordinativas concessivas são: embora, mesmo que, ainda que, posto que, por mais que, apesar de, mesmo quando, etc.
Exemplos: Acompanhou a multidão, embora o tenha feito contra sua vontade; A harmonia do ambiente daquela sala, de súbito, rompeu-se, ainda que havia silêncio.
Conjunções Subordinativas Condicionais
Conjunções subordinativas condicionais são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada a outra, exprimem uma condição sem a qual o fato da oração principal se realiza (ou exprimem hipótese com a qual o fato principal não se realiza). As conjunções subordinativas condicionais são: se, caso, contanto que, a não ser que, desde que, salvo se, etc.
Exemplos: Se você não vier, a reunião não se realizará; Caso ocorra um imprevisto, a viagem será cancelada; Chegaremos a tempo, contanto que nos apressemos.
Conjunções Subordinativas Conformativas
Conjunções subordinativas conformativas são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada a outra, expressam sua conformidade em relação ao fato da oração principal. As conjunções subordinativas conformativas são: conforme, segundo, consoante, como (utilizada no mesmo sentido da conjunção conforme).
Exemplos: O debate se desenrolou conforme foi planejado; Segundo o que disseram, não haverá aulas.
Conjunções Subordinativas Finais
Conjunções subordinativas finais são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada a outra, expressam a finalidade dos atos contidos na oração principal. As conjunções subordinativas finais são: a fim de que, para que, porque (com mesmo sentido da conjunção para que), que.
Exemplos: Tudo foi planejado para que não houvesse falhas; Cheguei cedo a fim de adiantar o serviço; Fez sinal que todos se aproximassem em silêncio.
Conjunções Subordinativas Integrantes
Conjunções subordinativas integrantes são as conjunções que, iniciando orações subordinadas, introduzem essas orações como termos da oração principal (sujeitos, objetos diretos ou indiretos, complementos nominais, predicativos ou apostos). As conjunções integrantes são que e se (empregado esta última em caso de dúvida).
Exemplos: João disse que não havia o que temer (a oração subordinada funciona, neste caso, como objeto direto da oração principal); A criança perguntou ao pai se Deus existia de verdade (a oração subordinada funciona, neste caso, como objeto direto da oração principal).
Conjunções Subordinativas Proporcionais
Conjunções subordinativas proporcionais são as conjunções que expressam a simultaneidade e a proporcionalidade da evolução dos fatos contidos na oração subordinada com relação aos fatos da oração principal. As conjunções subordinativas proporcionais são: à proporção que, à medida que, quanto mais. (tanto) mais, quanto mais. (tanto) menos, quanto menos. (tanto) menos, quanto menos. (tanto) mais etc.
Exemplos: Seu espírito se elevava à medida que compunha o poema; Quanto mais correres, mais cansado ficarás; Quanto menos as pessoas nos incomodam, tanto mais realizamos nossas tarefas.
Conjunções Subordinativas Temporais
Conjunções subordinativas temporais são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada, tornam essa oração um índice da circunstância do tempo em que o fato da oração principal ocorre. As conjunções subordinativas temporais são: quando, enquanto, logo que, agora que, tão logo, apenas (com mesmo sentido da conjunção tão logo), toda vez que, mal (equivalente a tão logo), sempre que, etc.
Exemplos: Quando chegar de viagem, me avise; Enquanto todos estavam fora, nada fez de útil.
Classificação das conjunções coordenativas
Conjunções coordenativas são os vocábulos gramaticais que estabelecem relações entre dois termos ou duas orações independentes entre si, que possuem as mesmas funções gramaticais.
Conjunções Coordenativas Aditivas
As conjunções coordenativas aditivas possuem a função de adicionar um termo a outro de mesma função gramatical, ou ainda adicionar uma oração à outra de mesma função gramatical. As conjunções coordenativas gramaticais são: e, nem.
Exemplos: Todos aqui estão contentes e despreocupados; João apeou e deu bons-dias a todos; O acontecimento não foi bom nem ruim.
Conjunções Coordenativas Adversativas
As conjunções coordenativas adversativas possuem a função de estabelecer uma relação de contraste entre os sentidos de dois termos ou duas orações de mesma função gramatical. As conjunções coordenativas adversativas são: mas, contudo, no entanto, entretanto, porém, todavia.
Exemplos: Não negou nada, mas também não afirmou coisa nenhuma; A moça deu a ele o dinheiro: porém, o fez receosa.
Conjunções Coordenativas Alternativas
Conjunções coordenativas alternativas são as conjunções coordenativas que unem orações independentes, indicando sucessão de fatos que se negam entre si ou ainda indicando que, com a ocorrência de um dos fatos de uma oração, a exclusão do fato da outra oração. As conjunções coordenativas alternativas são: ou (repetido ou não), ora, nem, quer, seja, etc.
Exemplos: Tudo para ele era vencer ou perder; Ou namoro a garota ou me vou para longe; Ora filosofava, ora contava piadas.
Conjunções Coordenativas Conclusivas
As conjunções coordenativas conclusivas são utilizadas para unir, a uma oração anterior, outra oração que exprime conclusão o conseqüência. As conjunções coordenativas são: assim, logo, portanto, por isso etc.
Exemplos: Estudou muito, portanto irá bem no exame; O rapaz é bastante inteligente e, logo, será um privilegiado na entrevista.
Conjunções Coordenativas Explicativas
Conjunções coordenativas explicativas são aquelas que unem duas orações, das quais a segunda explica o conteúdo da primeira. As conjunções coordenativas explicativas são: porque, que, pois, porquanto.
Exemplos: Não entrou no teatro porque esqueceu os bilhetes; Entre, que está muito frio.
Classificação das conjunções subordinativas
As conjunções subordinativas possuem a função de estabelecer uma relação entre duas orações, relação esta que se caracteriza pela dependência do sentido de uma oração com relação a outra. Uma das orações completa ou determina o sentido da outra. As conjunções subordinativas são classificadas em: causais, concessivas, condicionais, comparativas, conformativas, consecutivas, proporcionais, finais e integrantes.
Conjunções Subordinativas Causais
Conjunções subordinativas causais são as conjunções que subordinam uma oração a outra, iniciando uma oração que exprime causa de outra oração, a qual se subordina. As conjunções subordinativas causais são: porque, pois, que, uma vez que, já que, como, desde que, visto que, por isso que, etc.
Exemplo: Os balões sobem porque são mais leves que o ar.
Conjunções Subordinativas Comparativas
Conjunções subordinativas comparativas são as conjunções que, iniciando uma oração, subordinam-na a outra por meio da comparação ou confronto de idéias de uma oração com relação a outra. As conjunções subordinativas comparativas são: que, do que (quando iniciadas ou antecedidas por noções comparativas como menos, mais, maior, menor, melhor, pior), qual (quando iniciada ou antecedida por tal), como (também apresentada nas formas assim como, bem como).
Exemplos: Aquilo é pior que isso; Tudo passou como as nuvens do céu; Existem deveres mais urgentes que outros.
Conjunções Subordinativas Concessivas
Conjunções subordinativas concessivas são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada, se referem a uma ocorrência oposta à ocorrência da oração principal, não implicando essa oposição em impedimento de uma das ocorrências (expressão das oposições coexistentes). As conjunções subordinativas concessivas são: embora, mesmo que, ainda que, posto que, por mais que, apesar de, mesmo quando, etc.
Exemplos: Acompanhou a multidão, embora o tenha feito contra sua vontade; A harmonia do ambiente daquela sala, de súbito, rompeu-se, ainda que havia silêncio.
Conjunções Subordinativas Condicionais
Conjunções subordinativas condicionais são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada a outra, exprimem uma condição sem a qual o fato da oração principal se realiza (ou exprimem hipótese com a qual o fato principal não se realiza). As conjunções subordinativas condicionais são: se, caso, contanto que, a não ser que, desde que, salvo se, etc.
Exemplos: Se você não vier, a reunião não se realizará; Caso ocorra um imprevisto, a viagem será cancelada; Chegaremos a tempo, contanto que nos apressemos.
Conjunções Subordinativas Conformativas
Conjunções subordinativas conformativas são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada a outra, expressam sua conformidade em relação ao fato da oração principal. As conjunções subordinativas conformativas são: conforme, segundo, consoante, como (utilizada no mesmo sentido da conjunção conforme).
Exemplos: O debate se desenrolou conforme foi planejado; Segundo o que disseram, não haverá aulas.
Conjunções Subordinativas Finais
Conjunções subordinativas finais são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada a outra, expressam a finalidade dos atos contidos na oração principal. As conjunções subordinativas finais são: a fim de que, para que, porque (com mesmo sentido da conjunção para que), que.
Exemplos: Tudo foi planejado para que não houvesse falhas; Cheguei cedo a fim de adiantar o serviço; Fez sinal que todos se aproximassem em silêncio.
Conjunções Subordinativas Integrantes
Conjunções subordinativas integrantes são as conjunções que, iniciando orações subordinadas, introduzem essas orações como termos da oração principal (sujeitos, objetos diretos ou indiretos, complementos nominais, predicativos ou apostos). As conjunções integrantes são que e se (empregado esta última em caso de dúvida).
Exemplos: João disse que não havia o que temer (a oração subordinada funciona, neste caso, como objeto direto da oração principal); A criança perguntou ao pai se Deus existia de verdade (a oração subordinada funciona, neste caso, como objeto direto da oração principal).
Conjunções Subordinativas Proporcionais
Conjunções subordinativas proporcionais são as conjunções que expressam a simultaneidade e a proporcionalidade da evolução dos fatos contidos na oração subordinada com relação aos fatos da oração principal. As conjunções subordinativas proporcionais são: à proporção que, à medida que, quanto mais. (tanto) mais, quanto mais. (tanto) menos, quanto menos. (tanto) menos, quanto menos. (tanto) mais etc.
Exemplos: Seu espírito se elevava à medida que compunha o poema; Quanto mais correres, mais cansado ficarás; Quanto menos as pessoas nos incomodam, tanto mais realizamos nossas tarefas.
Conjunções Subordinativas Temporais
Conjunções subordinativas temporais são as conjunções que, iniciando uma oração subordinada, tornam essa oração um índice da circunstância do tempo em que o fato da oração principal ocorre. As conjunções subordinativas temporais são: quando, enquanto, logo que, agora que, tão logo, apenas (com mesmo sentido da conjunção tão logo), toda vez que, mal (equivalente a tão logo), sempre que, etc.
Exemplos: Quando chegar de viagem, me avise; Enquanto todos estavam fora, nada fez de útil.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
ATIVIDADES SEGURANÇA - 2º ANO
1. Escreva 5 características da prosa realista.
2. Com relação ao realismo, é válido afirmar que:
a) analisa o ser humano do ponto de vista estritamente psicológico, isolando-o do meio social.
b) valoriza e introduz na literatura elementos tipicamente brasileiros
c) apresenta exagerada preocupação formal, que se revela na busca de palavras ricas em sugestões sensoriais
d) idealiza a personagem feminina, que é apresentada como um ser excepcional de rara beleza
e) procura analisar com objetividade e senso crítico os problemas sociais
3. Sobre o realismo pode-se afirmar, exceto:
a) o realismo predomina sobre o romantismo na 2ª metade do século XIX
b) realismo e modernismo, no fundo, tinham as mesmas reivindicações
c) são causas do realismo o progresso da ciência e o esgotamento do romantismo
d) os escritores realistas pretendiam reformar a vida social através de seus textos
e) para o realismo-naturalismo o comportamento humano é determinado pelo meio
4. Todas as características citadas a seguir referem-se ao realismo, exceto:
a) predomínio da observação atenta da realidade social
b) liberdade aos vôos da imaginação emotiva
c) crítica da sociedade burguesa
d) denúncia de problemas sociais
e) proposta de uma representação mais objetiva e fiel da vida humana
5.MAU e MAL
MAU - adjetivo - contrário de BOM
mau comportamento mau caráter.
Ex. O menino teve um mau comportamento na escola.
MAL - advérbio - contrário de BEM
mal-educado mal orientado
Ex. É um menino mal-educado .
Use mal ou mau:
a) Caiu de..................jeito.
b) Antes só do que ...............acompanhado
c) Calção..........................feito.
d) Não leves a .............o que o fiscal disse.
e) Que fiscal................-educado.
f) Não lhes dês....................conselho!
g) Um ....................colega procede................e é ..............amigo.
h) O caso está .................... contado.
i) Ele .................sabe o que o espera.
j) Pratique o bem e evite o .........................
6. A alternativa que apresenta classes de palavras cujos sentidos podem ser modificados pelo advérbio são:
adjetivo - advérbio - verbo.
verbo - interjeição - conjunção.
conjunção - numeral - adjetivo.
adjetivo - verbo - interjeição.
interjeição - advérbio - verbo.
7. Das palavras abaixo, faz plural como "assombrações"
perdão.
bênção.
alemão.
cristão.
capitão.
8. Na oração "Ninguém está perdido se der amor...", a palavra grifada pode ser classificada como:
advérbio de modo.
conjunção adversativa.
advérbio de condição.
conjunção condicional.
preposição essencial.
9. Marque a frase em que o termo destacado expressa circunstância de causa:
Quase morri de vergonha.
Agi com calma.
Os mudos falam com as mãos.
Apesar do fracasso, ele insistiu.
Aquela rua é demasiado estreita.
10. "Enquanto punha o motor em movimento." O verbo destacado encontra-se no:
Presente do subjuntivo.
Pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo.
Presente do indicativo.
Pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
Pretérito imperfeito do indicativo.
11. Aponte a opção em que muito é pronome indefinido:
O soldado amarelo falava muito bem.
Havia muito bichinho ruim.
Fabiano era muito desconfiado.
Fabiano vacilava muito para tomar decisão.
Muito eficiente era o soldado amarelo.
12. A flexão do número incorreta é:
tabelião - tabeliães.
melão - melões
ermitão - ermitões.
chão - chãos.
catalão - catalões.
13. Dos verbos abaixo apenas um é regular, identifique-o:
pôr.
adequar.
copiar.
reaver.
brigar.
14. A alternativa que não apresenta erro de flexão verbal no presente do indicativo é:
reavejo (reaver).
precavo (precaver).
coloro (colorir).
frijo (frigir).
fedo (feder).
2. Com relação ao realismo, é válido afirmar que:
a) analisa o ser humano do ponto de vista estritamente psicológico, isolando-o do meio social.
b) valoriza e introduz na literatura elementos tipicamente brasileiros
c) apresenta exagerada preocupação formal, que se revela na busca de palavras ricas em sugestões sensoriais
d) idealiza a personagem feminina, que é apresentada como um ser excepcional de rara beleza
e) procura analisar com objetividade e senso crítico os problemas sociais
3. Sobre o realismo pode-se afirmar, exceto:
a) o realismo predomina sobre o romantismo na 2ª metade do século XIX
b) realismo e modernismo, no fundo, tinham as mesmas reivindicações
c) são causas do realismo o progresso da ciência e o esgotamento do romantismo
d) os escritores realistas pretendiam reformar a vida social através de seus textos
e) para o realismo-naturalismo o comportamento humano é determinado pelo meio
4. Todas as características citadas a seguir referem-se ao realismo, exceto:
a) predomínio da observação atenta da realidade social
b) liberdade aos vôos da imaginação emotiva
c) crítica da sociedade burguesa
d) denúncia de problemas sociais
e) proposta de uma representação mais objetiva e fiel da vida humana
5.MAU e MAL
MAU - adjetivo - contrário de BOM
mau comportamento mau caráter.
Ex. O menino teve um mau comportamento na escola.
MAL - advérbio - contrário de BEM
mal-educado mal orientado
Ex. É um menino mal-educado .
Use mal ou mau:
a) Caiu de..................jeito.
b) Antes só do que ...............acompanhado
c) Calção..........................feito.
d) Não leves a .............o que o fiscal disse.
e) Que fiscal................-educado.
f) Não lhes dês....................conselho!
g) Um ....................colega procede................e é ..............amigo.
h) O caso está .................... contado.
i) Ele .................sabe o que o espera.
j) Pratique o bem e evite o .........................
6. A alternativa que apresenta classes de palavras cujos sentidos podem ser modificados pelo advérbio são:
adjetivo - advérbio - verbo.
verbo - interjeição - conjunção.
conjunção - numeral - adjetivo.
adjetivo - verbo - interjeição.
interjeição - advérbio - verbo.
7. Das palavras abaixo, faz plural como "assombrações"
perdão.
bênção.
alemão.
cristão.
capitão.
8. Na oração "Ninguém está perdido se der amor...", a palavra grifada pode ser classificada como:
advérbio de modo.
conjunção adversativa.
advérbio de condição.
conjunção condicional.
preposição essencial.
9. Marque a frase em que o termo destacado expressa circunstância de causa:
Quase morri de vergonha.
Agi com calma.
Os mudos falam com as mãos.
Apesar do fracasso, ele insistiu.
Aquela rua é demasiado estreita.
10. "Enquanto punha o motor em movimento." O verbo destacado encontra-se no:
Presente do subjuntivo.
Pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo.
Presente do indicativo.
Pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
Pretérito imperfeito do indicativo.
11. Aponte a opção em que muito é pronome indefinido:
O soldado amarelo falava muito bem.
Havia muito bichinho ruim.
Fabiano era muito desconfiado.
Fabiano vacilava muito para tomar decisão.
Muito eficiente era o soldado amarelo.
12. A flexão do número incorreta é:
tabelião - tabeliães.
melão - melões
ermitão - ermitões.
chão - chãos.
catalão - catalões.
13. Dos verbos abaixo apenas um é regular, identifique-o:
pôr.
adequar.
copiar.
reaver.
brigar.
14. A alternativa que não apresenta erro de flexão verbal no presente do indicativo é:
reavejo (reaver).
precavo (precaver).
coloro (colorir).
frijo (frigir).
fedo (feder).
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